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Universidade Pedagógica em Franco Crescimento

Realizou-se nos dias 24 e 25 de Novembro 2011 , na Delegação da Beira da Universidade Pedagógica, o 3º Seminário dos Gestores do Património desta instituição em que participaram os titulares e técnicos das áreas do património e do GDIU, de todas as delegações.

Universidade Pedagógica em Franco Crescimento

Participantes do 3º Seminário de Gestores do Património

O seminário coincide com o ano de inventário de raiz a nível nacional e apesar de se ter tornado uma prática rotineira este encontro enquadra-se nas comemorações dos 25 anos da UP e tem como objectivo analisar o ponto de situação do património.

A abertura deste encontro foi presidida pelo director da delegação da Beira, Prof. Doutor Zacarias Ombe que deu as boas vindas a todos os presentes. No seu discurso ele referiu que o património é a representação física de uma instituição e está estreitamente ligado à comunicação e imagem.

A primeira parte deste encontro deteve-se sobre a situação patrimonial da UP a nível das delegações.

Visão geral sobre estes informes mostra uma grande preocupação na inventariação dos bens da instituição, aquisição, construção e manutenção. No entanto, a UP tem, ao longo dos últimos dois anos, registado um crescimento do seu património o que tem implicação na melhoria do desempenho.

Infraestruturas como novos campus, residências de pessoal docente e CTA, computerfarms estão a ser edificadas bem como a aquisição de espaços cada vez maiores.

Muita preocupação verifica-se ainda na Delegação de Tete que recebeu um imóvel com deficiências e que já apresenta fissuras, sobretudo no soalho. De acordo com o dr Domingos João, chefe do sector do património daquela delegação, outras dificuldades prendem-se com a falta de água que dificulta a limpeza e a conta de energia que se considera exorbitante uma vez que o único dispositivo eléctrico em uso são as lâmpadas.

O facto de a Direcção Nacional do Património ter introduzido alterações no formato da ficha de inventário muito tempo depois deste ter começado também tem criado constrangimentos.

Ficou claro que a UP está a crescer o que acarreta a preocupação de melhorar a gestão deste património.

Alguns bens estão fora de uso e devem ser abatidos sob o risco de se gastar recursos para a sua manutenção e ocupação de espaços. Recomenda-se a todas as delegações que sigam os trâmites normais para o efeito.

Uma nota muito importante é a preocupação de criar condições para melhorar a vida dos funcionários através da negociação com os municípios para a aquisição de terrenos para construção de residências.

 

Património e GDIU uma relação de complementação

 

A segunda parte do primeiro dia contou com uma apresentação sobre “O Inventário Geral do Património do Estado”, pelo senhor Eugénio Chibamo, chefe provincial do Departamento de Património, de Sofala.

No segundo dia foram discutidas questões práticas e procedimentos na elaboração dos inventários e outro tema foi a relação entre o Património e o GDIU.

O sector de manutenção que durante um certo período esteve ligado ao GDIU passou a pertencer ao Património e estão integrados num departamento que se chama limpeza e manutenção. A sua tarefa básica é a manutenção rotineira das infraestruturas como mudar lâmpadas, consertar torneiras, ect. O que ficou para o GDIU foi a intervenção de âmbito técnico nas obras, engenharia, elaboração de projectos, obras de reabilitação que requeiram estudo, fiscalização de obras, etc.

 

Aprendamos com as chamadas “Pequenas Delegações”

No encerramento o Prof. Doutor Zacarias Ombe referiu que as chamadas grandes delegações tinham muito que aprender com as chamadas pequenas delegações, pelas grandes construções de raiz que estão a fazer.

O encerramento foi marcado por uma avaliação que deu nota positiva ao seminário pela valiosa contribuição e aprendizagem e o prόximo seminário será em Lichinga.

 

 

 

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